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Ergonomia em empresas é lei


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A NR-17, Norma Regulamentadora do MTPS (Ministério do Trabalho e Previdência Social), dispõe de várias exigências sobre ergonomia no ambiente de trabalho. Mas apesar de ser lei, muitas empresas ainda precisam se adequar e evitar situações de risco de acidentes e doenças ocupacionais. Um local de trabalho ergonomicamente incorreto pode causar limitações físicas e mentais, além de insatisfação, baixa produtividade e desmotivação funcional.

“Com maior rigor do MTPS, a fiscalização de riscos ergonômicos no trabalho aumentou em mais de 30% em 2015, frente a 2014. E as punições podem ser evitadas com a adequação prévia do ambiente, de acordo com as necessidades psicofisiológicas dos funcionários”, afirma o perito e diretor da Delphi, empresa especializada em Engenharia e Medicina do Trabalho, David Gurevitz.

Independente do porte e do número de funcionários, toda empresa está sujeita à fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho. E caso não desenvolva ações satisfatórias em ergonomia, arrisca-se a notificação, multa e até interdição. Dependendo da irregularidade, as multas podem variar de R$ 6.704,45 a R$ 80.970,00 (valor calculado através da análise entre NR-17 e NR-28, que trata de fiscalização e penalidades).

A avaliação ergonômica verifica pontos importantes do local de trabalho, como posição dos monitores e das cadeiras em relação à altura dos funcionários, além de ruídos, iluminação, temperatura do ambiente, entre outros itens. David alerta que “das doenças ocupacionais, mais de 20% estão relacionadas a problemas de coluna”. O especialista explica que além de aumentar o conforto, diminuir as lesões e contribuir para a motivação dos colaboradores, o ambiente de trabalho adequado pode reduzir em até 50% os gastos com saúde, uma vez que os funcionários passam a ficar doentes com menos frequência e por menos tempo.